Um protesto     o amor que nos faltou

Quando o corpo sente medo, foge, ataca ou neutraliza. Um dia, resistindo à instigação do medo, descobre que o único instinto que lhe resta é a transgressão. À vossa frente, seis corpos reagem à perpetuação da invisibilidade do que é individual. Atiram-se vozes contra as espirais de silêncio que denunciam um tempo feito para termos medos abstratos, absurdos e pouco palpáveis. A fragilidade é o nosso fracasso e é também o nosso lugar de esperança. Uma crença que os precipita à terra, onde procuram os Manifestos, pessoais, transmissíveis, postos em bandeiras e erguidos perante a paisagem estranha. Esta é uma proposta de Manifestos. Uma proposta que promove um encontro de abordagens teatrais, misturando uma linguagem clássica com uma linguagem performática, cruzando o tradicional e o moderno, o performativo e o autómato. Os Manifestos procuram ser um espaço de purga e de profundo questionamento humano, abordando as coisas que não se dizem e explorando, expondo-as, as coisas que não se fazem com os outros a ver. Não há uma história. Há uma viagem. Uma alucinação de que fazem parte os atores e o público. O que se pretende? Nada.
 

 

Sinopse

7, 11, 18 e 21 Maio - Boutique da Cultura, Lisboa

10 a 12 Agosto - Centro Cultural Malaposta, Odivelas

1 e 2 Outubro - Teatro Municipal Mirita Casimiro

Criação Coletiva: [embuscada]
Direção Criativa: Sílvia Moura
Encenação e Espaço Cénico: Sílvia Moura
Assistência à Encenação: Carlos Colaço
Interpretação: Bruno Águas, Carolina Garção, Catarina Ramos, Pedro Monteiro, Tiago de Almeida e Tiago Duarte 

Apoio ao Movimento: Bruna Félix

Música: Miramar – Frankie Chavez e Peixe
Figurinos: [embuscada]
Direção Técnica: João Pitarma
Operação Técnica: João Pitarma e Tiago Santos
Fotografia e Vídeo: João Pitarma

Edição de Vídeo: Pedro Jesus
Direção de Produção: Bruno Águas
Direção de Comunicação: Catarina Ramos

 

Classificação etária
Maiores de 16 anos.

ou